quinta-feira, 10 de março de 2016

Não Acolhimento

Olá e sejam bem-vindos a mais uma postagem em que iremos falar sobre os não Acolhimentos dos Refugiados.

10 razoes para não acolhermos os refugiados.

"Eles vêm para cá e não respeitam as nossas regras!"
Este argumento é colocado nos comentários do Facebook por alguém que o escreveu no seu smartphone enquanto conduzia. Depois, toldado pela raiva, passou dois vermelhos, atropelou uma velha e fez um manguito ao ultrapassar uma criança paraplégico. De repente, o português começou a dar muitíssimo valor às regras do seu país. 

"Eles estão a recusar comida!"
Argumentam muitas pessoas que acreditam nas publicações do Correio da Manhã e nas partilhas feitas no Facebook daqueles sites "www.somosbuecrediveis.todaaverdade.a.serio.com.br". São pessoas que após lerem as gordas de uma notícia não se dão ao trabalho de pesquisar um pouco e tentar perceber se é verdade, ou qual a razão que levou a isso. Estou a falar de várias notícias falsas que circulam nas redes sociais como aquela que mostra um vídeo onde os refugiados parecem estar a rejeitar comida.

"Eles só querem ir para os países ricos!"
Comenta um símio com acesso à Internet enquanto recusa um convite para ir a um restaurante de sushi abaixo da qualidade a que ele está habituado. Os portugueses já tiveram várias vagas de emigração em busca de uma vida melhor, de mais trabalho e melhores condições para os seus filhos. Embora seja diferente, já que estes estão a fugir da guerra, acho que é fácil de perceber que eles, já que tiveram de desertar do seu país, queiram ir para onde lhes seja garantida uma melhor qualidade de vida e oportunidades.

"Primeiro estão os nossos sem-abrigo!!!"
Fico muito contente em ver a preocupação com uma causa que me é muito querida. Os portugueses, afinal, preocupam-se imenso com quem tem o céu como tecto. Há esperança para Portugal! Com esta onda de solidariedade, espero que para a semana que vem nunca mais ver pessoas a dormir na rua. É bonito ver o PNR a fazer campanha com isso e a querer ajudar quem tanto precisa. Desde que não sejam "pretos", nem "maricas", claro. Nesse caso nem são dignos das pedras da calçada! Só se lhes forem atiradas à cabeça, obviamente.

"Se são refugiados, porque é que a maioria são homens?!"
Onde estão as mulheres e as crianças, para além daquela que deu à costa? Onde andam eles? Qualquer pessoa inteligente perceberá que em todas as vagas de migração primeiro vão os homens e, só depois, as mulheres e as crianças. Os homens vão em busca de um local melhor e de condições para depois poderem trazer a família sem a ter de a sujeitar a uma viagem que poderá ter como destino a morte.


"Eu não sou racista, mas... os muçulmanos são todos terroristas é são bichos nos quais não podemos confiar! 

Concordo. Os muçulmanos são pessoas de merda. Mas os católicos também. E os ateus idem. No geral, as pessoas são uma merda. Aliás, é por isso que os migrantes em vez de se juntarem à jihad, ao lado do Estado Islâmico, preferem arriscar a vida para chegar a um país seguro e ainda livre da guerra santa.



"É um cavalo de Tróia do Estado Islâmico!"

Diz alguém, utilizando a expressão «cavalo de Tróia» que aprendeu apenas ao ver o filme com o Brad Pitt. Os jihadistas que enfaixaram aviões contras as torres gémeas não precisaram de uma estratégia tão elaborada, nem de vir num bote mata-vidas a arriscar a sua, para fazer estragos contra os infiéis ocidentais. Nem os do Charlie Hebdo. Nem os do metro de Londres. Nem os do metro de Madrid. 


"Os países árabes que fiquem com eles!"
Sim, porque o Médio Oriente é a zona mais estável do mundo para onde toda a gente quer ir morar. Não há nenhum risco de a guerra se espalhar para os países vizinhos, que parvoíce. 


"Quem quer ajudar que lhes dê uma casa!"

Eu cá não quero sírios em minha casa. Nem pretos. Nem ciganos. Nem brancos, portugueses ou estrangeiros. Não quero ninguém na minha casa porque sou um gajo que não gosta de pessoas no geral nem de ter estranhos a invadir-me a privacidade.

"Porque estou a cagar-me para o sofrimento deles!"
Ora aqui está um excelente argumento e talvez o único que faz real sentido. A única razão para não se querer acolher refugiados é a falta de empatia pelo sofrimento alheio. É não estar disposto ao risco mínimo que é ter por cá uns poucos milhares de pessoas a fugir da guerra, por se valorizar muito mais a comodidade e a segurança pessoal. Eu percebo este argumento, eu também não como uma feijoada com a lágrima no olho por saber que há crianças a morrer à fome todos os dias. Admitam. Não vos interessa se eles morrem ou não, mesmo que tenham partilhado a foto da criança morta na praia, acompanhada de uma citação de um site brasileiro. Admitam que são um bocadinho racistas, xenófobos e que não gostam de muçulmanos. Admitam e deixem de ser hipócritas.
Até breve 

O Apoio-"Redes Sociais" e "Sites"

Olá e seja bem-vindo a mais uma postagem aqui em "Os Refugiados e o Mundo",e venha daí conosco retratar o tema de hoje"O Apoio",e neste post iremos falar sobre do apoio que o Mundo dá aos Refugiados e aos países que sofreram tragédias neste caso atentados,como por exemplo:

As Redes Sociais

Como é que podemos ajudar,homenagear,os Refugiados através das Redes Sociais?

É partir das redes sociais,neste caso o Facebook,foi possível criar uma foto de Perfil com o filtro das cores da bandeira Francesa,em homenagem à França e às vítimas que devido ao atentado terrorista em Paris faleceram. 

Caso o utilizador quisesse alterar a sua foto de perfil era necessário realizar estes seguintes passos:
  
1) Para habilitar a função, procure a foto de perfil de algum amigo que já colocou este filtro.

2) Quando você encontrar, haverá uma opção que se chama “Experimente” no computador. Clique nesta opção.

3) Aparecerá a opção de tempo que você quer deixar a foto, aonde você decide quanto tempo durará a mudança.Se quiser deixar por tempo indeterminado, basta clicar em “Salvar”.


4) Nas opções de deixar temporário, aparece o período de tempo. Você decide e altera, optando pelo período de tempo desejado.Onde poderá escolher uma das seguintes opções:

-1 Hora
-1 Dia
-1 Semana
-Personalizado
-Expirar

5) Clique em "Salvar" e desfrute da sua foto de perfil de apoio à França!

 

 




Curiosidades:

-Esta ferramenta foi criada a 14 de novembro de 2015!


Sites
  
Como é que podemos ajudar os Refugiados através das Redes Sociais?

É muitíssimo fácil ajudar os Refugiados pelos Sites,e a resposta é "Doar".É verdade a partir de sites podemos "Doar" dinheiro e outros bens para ajudar os Refugiados!
Como por exemplo o seguinte site Português:

Refugiados.pt

A partir desta plataforma
 
 








É possível "Doar" através dos seguintes passos:

1) Quando entrar no endereço "www.Refugiados.pt" clique em "Doar"(localiza-se no canto superior direito do ecrã).

2) Aí encontrará várias opções para ajudar os Refugiados desde transferências a depósitos Bancários,desde a ajuda alimentar à ajuda vestuário,desde o apoio ao acesso à Saúde até ao apoio no acesso à educação...

3) Preencha todos os espaços caso necessário e clique em "Enviar".

4) Acabou de Doar!



Esperamos que tenham gostado e é tudo por hoje!
Até Breve! 

Mitos & Medos

Ola e sejam bem-vindos a mais uma postagem em que iremos falar sobre os Mitos & Medos dos Refugiados.


Porque que os refugiado tem smarphones?

Um dos argumentos de descredibilização usado na crise dos refugiados assenta em bens materiais usados por refugiados. É fácil encontrar um vídeo ou uma fotografia a circular na net onde migrantes usam smartphones
Se a brigada anti-imigração começou por defender que os refugiados vinham para a Europa em busca dos benefícios sociais, agora dizem que, por terem um smartphone, não são pobres e não merecem ajuda.
Um smartphone é essencial para quem vai de férias: pode aceder a mapas, informação de restaurantes e hotéis, pode comunicar com outras pessoas e pedir dicas de sítios onde ir. E um refugiado? Pode aceder a mapas, informação de comboios e centros de apoio, pode comunicar com família e amigos que ainda estão na terra-natal ou encontrar pessoas que atravessaram o Mediterrâneo e se perderam.






























Até breve